Dois esqueletos parciais fossilizados de uma espécie de hominídeo, com quase dois milhões de anos, foram descobertos na África do Sul, levantando o véu sobre uma nova etapa da evolução humana, segundo trabalhados divulgados nesta quinta-feira pela revista americana Science.
Crânio do Australopithecus sediba é apresentado na África do Sul (Foto: Reuters) Este hominídeo foi batizado de Australopithecus sediba. Dois espécimes - uma mulher adulta e um homem - foram encontrados numa caverna, perto um do outro e muito bem conservados. Caminhavam erguidos e compartilhavam vários traços das primeiras espécies conhecidas, o que poderá ajudar a responder a alguns questionamentos científicos, enfatizaram os pesquisadores. Estes dois fósseis têm de 1,95 a 1,78 milhão de anos e a estrutura de seu esqueleto é similar à das primeiras espécies Homo, como a famosa "Lucy", de 3,2 milhões de anos e durante muito tempo considerada o ancestral comum da humanidade até descoberta de Ardi (Ardipithecus ramidus), de 4,4 milhões de anos.
Os restos dos dois Australopithecus sediba foram encontrados em uma caverna na África do Sul (Foto: AFP) Os dois novos fósseis sul-africanos são um hominídeo surgido um milhão de anos depois de Lucy. Suas características mostram que a transição entre os primeiros hominídeos e o gênero Homo aconteceu muito lentamente. "Não é possível estabelecer de forma precisa a posição filogenética - relações de parentesco - do Sediba em relação às diferentes espécies desde o início do gênero Homo", explicou Lee Berger, da Universidade de Witwatersrand em Johannesburgo, principal autor do estudo. "Podemos, no entanto, concluir que esta nova espécie compartilha mais traços com os primeiros hominídeos do que qualquer outro Australopithecus", acrescentou. Fonte: AFP - G1 |
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Novo ancestral do homem é descoberto na África do Sul
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Woody Allen defende talento de Carla Bruni
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domingo, 12 de setembro de 2010
Cultura ainda ocupa pouco espaço no debate eleitoral, aponta especialista
“Com raras exceções, a cultura não aparece como prioridade nas campanhas. Isso decorre também da quase ausência de políticas públicas na área de cultura”, disse o professor, que é especialista em políticas públicas culturais.
Na avaliação de Rubim, o desafio do próximo governo está na construção de políticas públicas no campo da cultura que sejam projetos de Estado. O pesquisador aponta que o país tem uma “triste trajetória” na área de cultura, marcada “pela ausência, autoritarismo e instabilidade” dos governos.
Ele considera importante que os parlamentares eleitos se dediquem à aprovação de projetos que beneficiariam a área e estão parados no Congresso Nacional. Entre eles a criação do Sistema Nacional de Cultura, a regulamentação do Plano Nacional de Cultura e a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 150, que determina um percentual mínimo dos orçamentos nacional, estaduais e municipais a serem investidos em cultura.
“Além disso, é vital que as políticas para a diversidade cultural sejam desenvolvidas e ampliadas. Isto implica rever radicalmente o sistema de financiamento à cultura, hoje ainda majoritariamente dependente das leis de incentivo”, afirmou. Ainda que não tenha tanta força no debate político, a cultura aparece no plano de governo dos principais candidatos à Presidência.
O tucano José Serra diz que vai investir na formação cultural da população a partir de centros de estudo voltados para o aprendizado de música, teatro, dança, cinema, TV e de novas mídias. Esses locais seriam construídos em parceria com municípios e atenderiam principalmente à população jovem. Outra ideia é levar a Virada Cultural, projeto do governo de São Paulo que promove shows gratuitos durante 24 horas, a outros estados. O candidato também promete criar programas para revitalizar e valorizar os museus.
A candidata Marina Silva aponta no plano de governo a necessidade de criar novas fontes de financiamento e apoia a reforma da Lei Rouanet, bem como a aprovação do Plano Nacional de Cultura. Outra estratégia é desenvolver uma política integrada entre os entes federais para repasse de recursos para manutenção e construção de espaços culturais. A candidata do PV também apoia a construção de uma nova legislação de direitos autorais.
A petista Dilma Rousseff afirma que quer democratizar a cultura, ampliando o acesso da população aos bens culturais. Atuais programas do governo como o Mais Cultura e os Pontos de Cultura, deverão ser expandidos, segundo a candidata. Dilma também defende a reforma da Lei Rouanet como forma de descentralizar o financiamento do setor."
“Oi, eu criei o YouTube. Quer um emprego?”
Isso é demais. Lembra o YouTube Instant que falei hoje mais cedo? Então. Falei também que ele foi desenvolvido pelo estudante Feross Aboukhadijeh, da Stanford University.
O aplicativo foi comentado em vários sites e no Twitter durante todo o dia, mas Feross recebeu uma mensagem especial de Chad Hurley, co-fundador do YouTube:
Que respondeu:
E aí continuaram a conversa por DM:
A piada é pronta: criou o YouTube instantâneo, e conseguiu um emprego instantâneo. Há!
Apesar desse meu comentário ruim, o fato é genial. Você fica aí brincando de internet, faz algo legal e um dia pode acontecer isso. Eu estou esperando um reply do Steve Jobs no Twitter: “Hey Merigo, quer ser meu herdeiro?”
UPDATE 11.set
O cara não vai trabalhar com Chad Hurley no YouTube. E não que ele esteja jogando uma oportunidade fora, mas sim porque já está trabalhando com Mark Zuckerberg no Facebook. Veja a entrevista que ele deu pro All Things Digital.
Onde Feross conta, entre outras coisas, que criou o Instant YouTube em apenas 3 horas.
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